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sábado, 8 de março de 2014

A SECA EM SÃO PAULO



Imagens do dia 07.03.2014 mostram a formação do Zona de Convergência do Atlântico Sul(ZCAS) sobre o sudeste do Brasil e deverá causar muitas chuvas nos próximos dias.
 Imagens em realce e vapor dágua mostra a ZCAS sobre o sudeste do Brasil.


Represa de Bragança Paulista(SP), que faz parte do Sistema Cantareira. Apesar das chuvas do final de semana, o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira continua em queda. Nesta segunda-feira, 24 o índice que mede o volume de água armazenado caiu para apenas 17,1% da capacidade total das reservas, pior marca já registrada na história. Na sexta-feira, 21, o nível era de 17,7%.
Estadão Conteúdo - Represa de Bragança Paulista(SP), que faz parte do Sistema Cantareira. Apesar das chuvas do final de semana, o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira


ESTADAO -

Nível de reservatórios da Cantareira cai para 15,8%

Mesmo com redução de uso, sistema voltou a bater recorde de menor abastecimento desde a sua criação

07 de março de 2014 | 11h 44

GABRIELA VIEIRA - Agência Estado
Atualizado às 14h56
SÃO PAULO - O índice que mede o volume de água armazenado nos reservatórios do Sistema Cantareira registrou novo recorde negativo nesta sexta-feira, 7, atingindo apenas 15,8% da capacidade total das reservas. Trata-se do menor nível desde que o complexo de abastecimento começou a funcionar, em 1974.   Nessa quinta, o nível observado era de 16%, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Também nessa quinta-feira, o governador Geraldo Alckmin anunciou que a concessionária cumprirá a medida determinada pelas agências reguladoras que prevê a diminuição da vazão máxima de captação do Cantareira de 31 metros cúbicos (m3) por segundo para 27,9 m3/s. O corte representa uma redução de 10% na retirada máxima de água a qual a Sabesp tem direito, mas fica acima da vazão de captação primária, de 24,8 m?/s.
A determinação da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE) entra em vigor na segunda-feira, dia 10, e visa conter a contínua queda no volume de água armazenado no sistema.

Na avaliação do coordenador de projetos do Consórcio PCJ (que representa as demais cidades que dividem a outorga do Cantareira com a Sabesp), José Cezar Saad, aliada a um volume de chuvas dentro da média nos próximos meses, a redução até pode estabilizar os níveis, mas é insuficiente para promover a recuperação dos mananciais. "O corte é um alento, aumenta o prazo de sobrevida do reservatório, mas não recupera", afirmou.

Para Saad, se chover, a medida pode garantir uma situação regularizada no abastecimento pelos próximos 60 dias, prazo em que a Sabesp deve concluir as obras para início da captação do volume morto do sistema. A companhia informou, na última semana, que investiu R$ 80 milhões na compra de equipamentos para a exploração da reserva adicional de 400 milhões de m³.
Racionamento. Para manter o abastecimento após a redução, a Sabesp irá transferir o abastecimento de 1,8 milhão dos 8,8 milhões de consumidores atendidos pelo Cantareira para os Sistemas Alto Tietê e Guarapiranga. A expectativa de técnicos do setor é de que a estratégia afaste o risco de um racionamento de água imediato na Grande São Paulo, mas os especialistas alertam para a limitação técnica da alternativa.
Embora o governo estadual, acionista majoritário da Sabesp, negue enfaticamente a necessidade de um corte no abastecimento, esse cenário está sendo tratado reservadamente como uma hipótese caso não chova até domingo no Cantareira. Segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), de quinta até sábado deve chover de 40 a 100 milímetros (mm) no leste e nordeste do Estado, atingindo a região dos reservatórios. No entanto, ontem a concessionária registrou apenas 0,1 mm de chuvas sobre o sistema.

sexta-feira, 7 de março de 2014

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS



GLOBO CIÊNCIA

Imagens de satélite mostram camada de neve desaparecendo na Califórnia

  • Montanhas de Sierra Nevada têm apenas uma pequena fração da neve que cobria a região no ano passado
O GLOBO
Publicado:
Atualizado:

Imagens foram registradas pelo pelo instrumento MODIS, do satélite Terra
Foto: NASA

Imagens foram registradas pelo pelo instrumento MODIS, do satélite Terra NASA
CALIFÓRNIA (EUA) - O estado da Califórnia vem sofrendo com uma seca que há muito tempo não era registrada. Um gif animado divulgado pela publicação científica “New Scientist” mostra que as montanhas de Sierra Nevada, que geralmente fornecem um terço da água da região estado, têm hoje apenas uma fração da neve que a cobria no ano passado.
As imagens foram feitas pelo instrumento MODIS do satélite Terra, que pertence à NASA. Não é a primeira vez que o equipamento ajuda as autoridades da Califórnia a lidar com uma catástrofe ambiental. Em 2003, o Terra agiu como os olhos dos bombeiros durante os incêndios que marcaram a região.

gizmodo.uol.com.br

Imagem de satélite espantosa mostra a China coberta pela poluição

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A situação da poluição na China está cada vez pior. Os níveis estão na casa de 30 vezes acima o limite definido pela Organização Mundial da Saúde. Dê uma olhada nessa imagem tirada no fim de dezembro de 2013, pelo satélite Terra, da NASA. Mal dá para ver alguma coisa por causa do tanto de porcaria que está flutuando no ar. E a foto inteira é ainda pior.
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Enorme, suja, perigosa. A NASA diz:
A névoa cinza e densa esconde quase toda a terra e muito das águas costeiras a sul e a leste das montanhas Taihang. O ar limpo cobre a região ao norte das montanhas, embora riscos de névoa apareçam na maior parte dos vales de rios. As cidades de Pequim e Hebei, ambas a oeste do Mar de Bohai, estão completamente encobertas.
No dia 24 de dezembro, o nível de poluição atingiu 30 vezes o limite definido pela Organização Mundial da Saúde.
A concentração de PM2,5, que são partículas inaláveis finas, foi registrada em 421 microgramas por metro cúbico às duas da tarde, perto da praça Tiananmen, em Pequim, enquanto os níveis foram de 795 em Xi’an e 740 Zhengzhou. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a exposição a PM2.5 num período de 24 horas não exceda os 25 microgramas por metro cúbico.
A situação está ficando dramática devido ao uso do carvão nas casas e para geração de energia:
De acordo com Michael Greenstone, professor de economia ambiental no Massachusetts Institute of Technology (MIT), [...] as expectativas de vida diminuíram em 5,5 anos no norte do país, devido ao aumento da mortalidade por doenças cardiorespiratórias.
Felizmente, o país está trabalhando para reduzir a poluição. O plano inclui o fechamento de todas as usinas que usam carvão como combustível até 2017.

AS ANOMALIAS DE TSM



A temperatura da superfície do mar (TSM) ainda se mantém próxima à normalidade na maior parte da faixa equatorial central do Oceano Pacífico. Persiste, também, a condição de neutralidade do fenômeno El Niño/Oscilação Sul, embora águas mais aquecidas que a média climatológica, tem permanecido no oeste do Oceano Pacífico. Também podem ser observadas anomalias positivas de TSM sobre o Oceano Atlântico Sul, próxima à costa das Regiões Sudeste e Sul do Brasil e da costa da África. Da mesma forma, águas mais aquecidas podem ser observadas no Oceano Atlântico Norte, próximo ao Caribe e a costa leste dos Estados Unidos. Já, próximo à costa da Região Nordeste do Brasil predomina a condição de normalidade.  
 




PERSISTEM CONDIÇÕES NEUTRAS DO FENÔMENO ENOS PARA O TRIMESTRE MAM

O monitoramento das condições oceânicas nos primeiros dias de fevereiro indicou a permanência de águas mais frias que a normal climatológica na porção central do Oceano Pacífico Tropical, bem como na porção leste próximo a costa do Equador e norte do Peru. Em comparação com a anomalia de TSM de dezembro de 2013, as águas do Oceano Pacífico Tropical mantiveram-se anomalamente mais aquecidas. Além disso, observou-se ainda um aquecimento mais ao sul do Oceano Pacífico Equatorial, próximo à costa norte do Chile. No período compreendido entre o final de janeiro de 2014 e o início de fevereiro, águas mais frias permaneceram tanto na superfície como nas camadas mais profundas, especialmente na porção central e leste do Pacífico Equatorial, enquanto que na porção oeste foi verificado a manutenção de águas anomalamente mais aquecidas, principalmente nas camadas mais profundas do Pacífico Equatorial. O monitoramento destas condições oceânicas é importante, tendo em vista que o padrão de neutralidade dominante no Oceano Pacífico pode ser alterado de forma a produzir efeito direto nos padrões de precipitação na América do Sul. 

A previsão climática do modelo acoplado do “Climate Prediction Center/National Centers for Environmental Prediction/National Oceanic and Atmospheric Administration” (CPC/NCEP/NOAA), é de estabelecimento de uma condição de aquecimento na porção central do Oceano Pacífico Equatorial, indicando também um leve aquecimento na costa oeste da América do Sul entre a Colômbia, Equador e o norte do Peru. No Oceano Pacífico Tropical oeste, o modelo também indica uma condição anomalamente mais aquecida. Já a previsão do Modelo de Circulação Geral acoplado Oceano-Atmosfera (MCGOA) do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE) indica uma condição de resfriamento numa estreita faixa na porção leste do Oceano Pacífico Equatorial. O modelo também indicou anomalias positivas de TSM ao longo da costa sul do Peru e Chile, bem como em toda a porção oeste do Oceano Pacífico Equatorial.

Texto atualizado em 26/02/2014 


FONTE: CPTEC/INPE

 Abaixo temos as anomalias de TSM do dia 06.03.2014 em verde e amarelo, as águas mais aquecidas que o normal que favorecem grandes quantidades de chuvas e formação de tempestades.


quinta-feira, 6 de março de 2014

TEMPESTADE NA AUSTRÁLIA

Imagens animadas entre os dias 03 e 05 de março de 2014 mostram uma frente fria se aproximando de Sydney na Austrália.

05/03/2014 13h40 - Atualizado em 05/03/2014 13h48

Tempestade cobre baía de Sydney com nuvens ameaçadoras

Chuvas, raios e ventos atingiram região de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Da BBC e G1

Uma grande tempestade atingiu a cidade de Sydney, no sudeste da Austrália, nesta quarta-feira.
As nuvens escuras e enormes podiam ser vistas invadindo a famosa baía da cidade. Assista.
A chuva começou na hora de maior movimento nas ruas e prejudicou os transportes públicos.
Os ventos na região do Estado de Nova Gales do Sul, onde fica a cidade, chegaram a ultrapassaram os 50 km/h.
Nuvens invadiram baía de Sydney e trouxeram a tempestade (Foto: BBC)Nuvens invadiram baía de Sydney e trouxeram a tempestade (Foto: BBC)

quarta-feira, 5 de março de 2014

BRASIL VIVE CRISE CLIMÁTICA

ESTADAO - Planeta

Brasil já vive a crise climática global

Perturbações na Austrália e no Pacífico mudam padrões e causam calor no País e no Alasca, neve no leste dos EUA e cheia na Inglaterra

15 de fevereiro de 2014 | 17h 47

Herton Escobar - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Calor extremo e seca no Sudeste brasileiro. Nevascas e frio intenso na costa leste dos Estados Unidos. Ondas de calor no Alasca e na China em pleno inverno. Enchentes na Inglaterra. Temperaturas escaldantes e incêndios florestais por toda a Austrália. Tudo isso acontecendo ao mesmo tempo; e não é por acaso, segundo os meteorologistas.
"Todos esses eventos estão conectados dentro de um sistema climático global", disse ao Estado a pesquisadora Maria Assunção da Silva Dias, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo. Um sistema que, segundo ela - e a esmagadora maioria dos cientistas - está sendo alterado pelo acúmulo de gases do efeito estufa lançados na atmosfera pelo homem nos últimos 150 anos.

Treze dos 14 anos mais quentes já registrados pelo homem ocorreram nos últimos 14 anos, com a exceção de 1998. O ano passado foi o sexto mais quente. E o clima de 2014 parece ter começado fora dos trilhos também, com eventos extremos de temperatura e precipitação - para mais ou para menos - espalhados por todos os continentes.
O foco dessas perturbações atuais, segundo Assunção, está do outro lado do mundo. Mais especificamente no norte da Austrália e no sul da Indonésia, onde está chovendo muito, e na região central do Oceano Pacífico, onde está chovendo pouco.
Isso altera os padrões das correntes de jato (ventos fortes de altitude) nos dois hemisférios; o que altera os padrões de chuva típicos desta época, tornando o tempo extremamente estável e persistente em regiões de latitudes mais altas. O clima parece que "estacionou" nessas regiões, intensificando todos os efeitos. Um cenário que demonstra claramente como as mudanças climáticas são um problema global, que afetará todos os países, independentemente de sua posição geográfica ou situação econômica, dizem os especialistas.
Os modelos globais de previsão climática variam bastante entre si, mas todos preveem aumento na ocorrência de eventos climáticos extremos nas próximas décadas, por causa do aquecimento global. "Os extremos vão ficar mais intensos e ocorrer com mais frequência", resume Assunção.
Ligação. O que está acontecendo agora, portanto, é exatamente o que os cientistas do clima preveem que começará a ocorrer com mais frequência daqui para a frente. Estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre o aquecimento global e um evento climático qualquer, porém, é extremamente difícil.
"Sempre que há algum fenômeno extremo em curso as pessoas perguntam se isso tem a ver com o aquecimento global, mas essa é uma pergunta muito difícil de responder", explica o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
A resposta, segundo ele, depende de um análise estatística do comportamento do clima ao longo de várias décadas, para ter certeza de que se trata de uma mudança sistemática e não apenas de flutuação pontual. "Mesmo dez anos é pouco tempo", avalia Seluchi, com a ressalva de que não é possível esperar por essa certeza para começar a agir, pois já será tarde demais para reverter o processo. O economista Nicholas Stern coloca os fatos de forma contundente. "A mudança climática está aqui, agora", diz o título de um artigo escrito por ele, manchete do jornal britânico The Guardian, dia 14, com uma foto do Rio Tâmisa transbordando sobre Londres.


Rio Jacareí, na região de Joanópolis (SP), sofre com longo período de estiagem que atinge o Sudeste

UNIÃO EUROPEIA DISCUTE POLÍTICA CLIMÁTICA

Correio da Manhã PORTUGAL
Reunião dos ministros europeus do Ambiente e Energia

União Europeia discute política climática

Portugueses mais preocupados com a pobreza e escassez de alimentos e de água potável do que com questões ambientais. (Atualizada às 12h40)
  • 03 de Março 2014, 13h11
Por:T.L.P.

Os ministros europeus do Ambiente e Energia reúnem-se esta segunda-feira e amanhã para analisar as propostas de política climática da União Europeia (UE) até 2030. Os ministros discutem hoje as questões ambientais e os trabalhos acerca da energia vão realizar-se na terça-feira.
O novo quadro de política climática e energética da UE foi apresentado pela Comissão Europeia em janeiro e prevê a diminuição das emissões de gases com efeito de estufa em 40% até 2030 e o aumento para 27% da contribuição das energias renováveis no total do consumo energético. Na área da eficiência energética ainda não foram fixadas as metas.
As medidas definidas vão no sentido de impulsionar a evolução para uma economia com baixo teor de carbono e um sistema que garanta energia a um preço acessível para todos os consumidores, aumente a segurança do aprovisionamento energético da UE, reduza a dependência das importações de energia e crie novas oportunidades de crescimento e emprego.
Para Portugal, um dos temas mais relevantes é a concretização de interligações da sua rede elétrica com o resto da Europa, para possibilitar a exportação de energia elétrica de origem renovável, uma área em que o país tem obtido resultados comprovados.
Ambiente e energia voltam a ser discutidos a 20 de março no Conselho Europeu dos primeiros-ministros e chefes de Estado. As decisões avançadas nessa reunião serão importantes para a definição da política da UE na cimeira das Nações Unidas, prevista para 23 de setembro, em Nova Iorque, sobre temas ambientais e energéticos.
PORTUGUESES MAIS PREOCUPADOS COM POBREZA
A maioria dos portugueses (49%) considera que a pobreza e a falta de alimentos e água potável é o principal problema mundial. Apenas 6% dos portugueses inquiridos elegem as alterações climáticas como preocupação, segundo um Eurobarómetro hoje divulgado.
A sondagem especial Eurobarómetro sobre as alterações climáticas mostra que a maioria dos inquiridos em 19 Estados-membros destacou a pobreza e a escassez de alimentos e de água potável como a principal preocupação mundial, com Portugal no topo da tabela, com 49%, sendo a média europeia de 35%.
Apenas 6% dos inquiridos em Portugal escolheram as alterações climáticas, entre as várias opções possíveis, como preocupação global -- o valor mais baixo da tabela - sendo a média da UE de 16%.
Ainda de acordo com o inquérito, 80% dos inquiridos na UE reconhecem que a luta contra as alterações climáticas e a utilização mais eficaz da energia podem impulsionar a economia e o emprego. Portugal está acima da média europeia (88%), a par da Grécia e da Espanha, numa tabela liderada pela Suécia (95%), e acima da Dinamarca (86%) e do Luxemburgo (85%).
"Não há que escolher entre boa governação económica e proteção do clima: a luta contra as alterações climáticas numa perspetiva de rentabilidade é uma boa política económica", disse o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. "Esta sondagem envia um sinal forte aos dirigentes da UE para que se empenhem em ações a favor do clima, com vista a uma recuperação económica sustentável", adiantou.
Em Portugal, as 1.055 entrevistas foram feitas entre 23 de novembro de 02 de dezembro de 2013.


terça-feira, 4 de março de 2014

CICLONE EXTRATROPICAL NA ITÁLIA

  

 Imagem do dia 05.03.2014 mostra o ciclone no sul da Itália.

 

Maltempo, ciclone in atto sull’Italia: ecco le zone più colpite nelle prossime ore

martedì 4 marzo 2014, 14:09 di
EUMETSAT_MSG_RGB-12-12-9i-segment14Continua ad imperversare il maltempo in tutt’Italia a causa del ciclone profondo 990hPa posizionato nella Toscana meridionale, e visibile anche dalle immagini satellitari. Piove e fa freddo in molte località, da Bologna e Frosinone (tra le più colpite dalla pioggia) con +8°C fino a Roma dove piove con +9°C, passando per Viterbo (pioggia con +7°C) e Grosseto (pioggia con +9°C). Temporali sparsi tra Sardegna e Sicilia dove si sono alzati impetuosi venti di maestrale. A Cagliari la raffica più forte ha già raggiunto gli 81km/h, a Trapani i 71km/h, dopotutto il “clou” dei forti venti sarà nel corso del pomeriggio/sera.
GZ_PN_024_0000Continua a nevicare copiosamente sui rilievi del centro/nord e in modo particolare sull’Appennino tosco/emiliano, dove la quota neve è scesa fino ai 550-600 metri e gli accumuli oltre gli 800-900 metri sono abbondanti. Nelle prossime ore il maltempo si sposterà sempre più al centro/sud, ma ancora per tutto il pomeriggio odierno le precipitazioni più intense saranno in Emilia Romagna, dove sull’Appennino gli accumuli nevosi diventeranno eccezionali. Tra domani, giovedì e venerdì, però, sarà il centro/sud ad essere ancora interessato da piogge e temporali soprattutto tra Abruzzo, Molise, Puglia, Basilicata, Calabria e Sicilia, dove si verificheranno locali nubifragi con piogge abbondanti, con temperature tipicamente invernali che provocheranno nevicate copiose sui rilievi oltre i 1.000/1.200 metri. Per monitorare la situazione in diretta potete scorrere le nostre news in tempo reale e le pagine del nowcasting: satelliti, situazione, fulminazioni, radar e webcam. Sulla nostra pagina di facebook trovate ulteriori aggiornamenti e potete interagire con la Redazione inviando foto, segnalazioni o qualsiasi tipo di riflessione. Se volete, scriveteci e inviateci le foto anche all’indirizzo di posta elettronica, redazione@meteoweb.it.


CICLONE EXTRATROPICAL NO URUGUAI

 Imagens das 10h de 04.03.2014  mostra a formação de um ciclone extratropical sobre o Uruguai, associada a uma frente fria sobre a região sul do Brasil, onde causa chuvas e ventos fortes no litoral.


Abaixo mostra a previsão de ondas causadas pelo ciclone extratropical no Atlântico Sul.
 

03/03/2014 às 22h51min - Atualizada em 03/03/2014 às 22h51min
Correio do Povo
Ciclone influencia clima e causa chuva em todo o RS nesta terça-feira
Instabilidade avança no decorrer do dia e pode causar transtornos nas estradas


O aprofundamento de uma área de baixa pressão que dá origem a um ciclone provoca chuva em quase todo o Rio Grande do Sul nesta terça-feira. Há risco de chuva forte a intensa localizada. No decorrer do dia a instabilidade deve ser maior no Centro, Norte, Leste e Sul gaúcho. 
 
Já no Oeste, onde esta terça começará com instabilidade, a tendência é de gradual melhora e muitos pontos da Metade Oeste podem ter a presença do sol à tarde. O vento sopra com rajadas no começo do dia no Noroeste e no Norte e ao longo desta terça serão registradas rajadas fortes na faixa costeira, sobretudo no Litoral Sul. 
 
As mínimas devem atingir 15°C em São José dos Ausentes e 16°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 28°C em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam de 20°C e 26°C.
 
O retorno do feriadão do Carnaval vai exigir muita atenção nas estradas ante a perspectiva de chuva, até forte de terça a quarta-feira. Quem optar por pegar a estrada da tarde para a noite enfrentará chuva em rodovias do Norte, Sul e Leste, inclusive nas praias. 
 
Motoristas podem encontrar trechos com pancadas fortes a torrenciais com redução de visibilidade. Nesta quarta, o sol aparece em grande parte do interior do Rio Grande do Sul e as condições de tráfego serão melhores na maior parte do Estado, mas justamente nas estradas que registrarão o maior movimento o tempo seguirá instável. 
 
Isso porque ainda são previstos períodos de chuva na quarta-Feira de Cinzas nas rodovias da Serra, Litoral Norte e que ligam Porto Alegre à costa, o que inclui freeway, RS 040, Estrada do Mar e BR 101 entre Osório e Torres. 
 

segunda-feira, 3 de março de 2014

CICLONE TROPICAL KOFI

Imagem do dia 03.03.2014 mostra ciclone tropical Kofi a leste da Austrália e a nordeste da Nova Zelândia.





Ciclone Tropical Kofi
Ventos de 72 km/h e deslocamento no sentido este-sudeste a 12 km/h.




radioaustralia.net.au

Cyclone Kofi avoids Tonga, but wind and rains warnings remain in place

Updated 2 March 2014, 22:28 AEST
A gale warning remains in force as Cyclone Kofi passes south of Tonga.
A gale warning remains in force as Cyclone Kofi continues to head south away from Tonga.
The Tonga Meteorological Service says a cyclone warning remains in force for waters south of Tongaapu and Eua, but is now cancelled for land areas of Tongatapu, Eua and Ha'apai.
Cyclone Kofi was 290 kilometres south of the capital Nuku'alofa at 5pm local time. It's moving in a southeast direction away from the Tonga.
Damaging winds are forecast for Ha'apai, Tongatapu, Eua and nearby small islands Sunday. Heavy rain and flash flooding, including sea flooding in low lying areas, is also forecast.
Rain, and rough to very rough seas are forecast for Niuas and Vava'u.
The centre of Kofi is forecast to lie about 300 kilometres south-southeast of the Tongan capital at 7pm Sunday evening local time.
Cyclone Kofi developed from a tropical depression which earlier this week caused major flooding in Fiji.
The Fiji Meteorological Service has now cancelled all its heavy rain warnings for the Fiji group, including the southern Lau group.
It says rain over Lau group is expected to clear from Sunday.

Fiji News

Tonga spared by Cyclone Kofi

17:01 Sun Mar 02, 2014

Taken from/By: FBC News
Report by: Ritika Pratap
A gale warning remains in force as Cyclone Kofi continues to head south away from Tonga.
The Tonga Meteorological Service says a cyclone warning remains in force for waters south of Tongaapu and Eua, but is now cancelled for land areas of Tongatapu, Eua and Ha’apai.
Cyclone Kofi was 185 kilometres south of the capital Nuku’alofa at 11am local time. It’s moving in a south-southeast direction away from the Tonga.
The centre of Kofi is forecast to lie about 300 kilometres south-southeast of the Tongan capital at 7pm Sunday evening local time.
Cyclone Kofi developed from a tropical depression which earlier this week caused major flooding in Fiji

TUFÃO FAXAI



 

04.03.2014  Tufão Faxai, com ventos de 104 km/h e deslocamento no sentido norte-nordeste a 9 km/h NO OCEANO PACÍFICO.
 
03.03.2014 Tempestade Tropical Faxai
Ventos de 72 km/h e deslocamento no sentido norte a 4 km/h.







Météo pour Paris et l'île-de-France

Ex typhon Faxai (Pacifique)

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Article publié le 05/03/2014
Le 3ème système cyclonique de l'année a été baptisé Faxai dans le bassin Nord-Ouest du Pacifique vendredi 28.





Mercredi 5 en matinée, Faxai était creusé à 985 hPa et provoquait des vents moyens de 100 km/h et des rafales de 150 km/h. Il s'agit du premier système de l'année à avoir atteint brièvement le seuil du typhon.


Tropical storm Faxai meandered in an area southeast of Guam for the past few days and is now predicted to move toward the north passing well to the east of Guam.
NASA and JAXA's Tropical Rainfall Measuring Mission satellite known as TRMM had a good daytime view of the tropical storm on March 2, 2247 UTC/5:47 p.m. EST. TRMM's Microwave Imager (TMI) and Precipitation Radar (PR) data revealed that Faxai had heavy rain falling at a rate of over 89 mm/~3.5 inches per hour). The TRMM image showed a few from Faxai were affecting Guam at the time.
At NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland, the TRMM satellite team used the data to create an image of the rate in which rain was falling.
On March 3, 2014 at 1500 UTC/10 a.m. EST, Faxai's maximum sustained winds were near 45 knots/51.7 mph/83.3 kph. Faxai was centered near 13.6 north and 149.9 east, about 294 nautical miles/338.3 miles/544.5 km east of Andersen Air Force Base, Guam.
MetOp-A microwave satellite imagery from today, March 3, confirms strong convection and developing thunderstorms persist around the center of circulation. MetOp-A is one in a series of three polar orbiting that are managed by the European Organization for the Exploitation of Meteorological Satellites.


Read more at: http://phys.org/news/2014-03-trmm-satellite-towering-thunderstorms-faxai.html#jCp