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quarta-feira, 9 de abril de 2014

FORTES TEMPESTADES NO SUL DO BRASIL


 Imagem das 10h de 09.04.2014 vemos complexos convectivos de mesoescala ou simplesmente uma linha de instabilidade sobre o Paraguai, Paraná e Santa Catarina onde causa chuvas e trovoadas.
Abaixo as descargas elétricas no momento da imagem.

 Aqui temos uma imagem animada pelo

Radar Meteorológico de Teixeira Soares/PR onde vemos a intensidade das chuvas.


09/04/2014 07h44 - Atualizado em 09/04/2014 07h44

Após temporais, novo ciclone extratropical se aproxima do RS

Instabilidade predomina nesta quarta (9), e quinta (10) terá ventos fortes.
Ao fim da semana, chuvas se transformam em onda de frente fria no estado.

Do G1 RS

Após os temporais que atingiram grande parte do Rio Grande do Sul nessa terça-feira (8), a quarta (9) será de instabilidade que, aos poucos, deixa o estado ao longo do dia. No entanto, ainda pode chover na Metade Norte, divisa com Santa Catarina, Serra e na Região Metropolitana de Porto Alegre.
O amanhecer é de temperatura amena, mas que sobe à tarde. Na metade Sul, Campanha e Fronteira Oeste, o tempo fica mais firma e o sol pode aparecer entre nuvens. Em Porto Alegre, o clima segue abafado com máxima de 28°C. Em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana, pode fazer até 31°C.
A previsão, entretanto, indicava a ocorrência de um novo ciclone extratropical, oriundo da Argentina, que deve trazer mais chuva nesta quinta (10). Os ventos podem chegar a 100 km/h. Há possibilidade de temporais na capital. Apesar da chuva, a temperatura chega aos 26°C.
Na sexta (11), segue chovendo, com os termômetros variando marcas entre 23°C e 27°C. O sistema de instabilidade se afasta do estado ao final da semana, mas se transforma em uma onda de frente fria.

08/04/2014 17h50 - Atualizado em 09/04/2014 08h21

Ventania e chuva de granizo causam estragos no Vale do Taquari, RS

Árvores foram derrubadas e casas destelhadas em Marques de Souza.
Defesa Civil ainda está fazendo levantamento dos prejuízos na região.

Do G1 RS

Vendaval e Temporal no Vale do Taquari (Foto: Guilherme Rocha/RBS TV)Vendaval arrancou árvores em uma faixa na zona rural de Marques de Souza (Foto: Guilherme Rocha/RBS TV)
Um temporal causou estragos em municípios do Vale do Taquari na tarde desta terça-feira (8). De acordo com a Coordenadoria Regional da Defesa Civil, uma forte ventania e queda de granizo atingiram pelo menos três municípios da região: Marques de Souza, Forquetinha e Arroio do Meio.
O município de Marques de Souza foi o mais atingido. Na área rural do município, na localidade de Linha Peral, várias árvores foram arrancadas pela força dos ventos. Há registro de destelhamentos de casas, mas a Defesa Civil ainda está fazendo o levantamento dos prejuízos.
Temporal no Vale do Taquari (Foto: Reprodução/RBS TV)Queda de árvores na pista bloqueou parcialmente
a BR-386 (Foto: Reprodução/RBS TV)
“O vento pegou um corredor que varreu os três municípios. Foi muito forte. Não temos medida da velocidade, mas estimamos que os ventos ultrapassaram os 80 km/h”, disse o comandante da Defesa Civil na região, tenente-coronel Vinícius Renner Galvani.
Por causa da queda de árvores na pista, a BR-386 ficou com trânsito em meia pista no km 336, em Marques de Souza. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o trânsito foi totalmente liberado na rodovia por volta das 18h, após quatro horas. Já estradas que dão acesso ao interior do município estão completamente bloqueadas.

Ciclone extratropical atua sobre o estado
De acordo com o Somar Meteorologia, o temporal é resultado do avanço de uma frente fria associada a um ciclone extratropical na Argentina, que gerou uma área de instabilidade ao encontrar uma massa de ar quente no estado. O tempo deve seguir instável no estado durante a noite, com chances de temporais em várias regiões.
Nesta quarta-feira (9), a frente fria avança, provando chuva na Metade Norte, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre. Em Porto Alegre, deve chover pela manhã. A partir da tarde o tempo deve abrir: faz 29ºC na capital e em Capão da Canoa, no Litoral Norte. À noite, a temperatura despenca, com temperatura em torno dos 13ºC em Bom Jesus, na Serra, e em Bagé, na Campanha. Na capital, deve fazer 17ºC.


diariopopular.com.br PELOTAS

Em sete horas, 14 acidentes registrados em decorrência da chuva em Pelotas

Segundo os agentes de trânsito, a precipitação também causou aumento no congestionamento do horário de pico

Por: Redaçãoweb@diariopopular.com.br

O leitor Charles Virgílio registrou o alagamento na rua Gonçalves Chaves (Foto: )
O leitor Charles Virgílio registrou o alagamento na rua Gonçalves Chave
Raffael Guedes enviou a foto da rua Tiradentes, próximo à esquina com a Santa Tecla. (Foto: ) Raffael Guedes enviou a foto da rua Tiradentes, próximo à esquina com a Santa Tecla. 
 
O registro de Valdemar Feijó é da rua João Simões Neto, no bairro Simões Lopes (Foto: )
O registro de Valdemar Feijó é da rua João Simões Neto, no bairro Simões Lopes
A leitora Ariani Ramos enviou a foto do Sítio Floresta (Foto: )
 
A leitora Ariani Ramos enviou a foto do Sítio Floresta
Atualizada às 23h15min
Quarenta minutos para fazer um trajeto que costuma ser feito em dez. A realidade de muitos motoristas de Pelotas - que já é bastante complicada - se agravou nesta terça-feira (8), com o grande volume de chuvas. Segundo os agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), entre 12h e 19h, foram registrados 14 acidentes causados pelo acumulado de água nas ruas. Até às 20h15min, choveu 49 milímetros em Pelotas.
Em todos os acidentes, os danos foram apenas materiais. A área de maior ocorrência foi o Centro, com casos nas ruas Barão de Santa Tecla, Antônio dos Anjos, Marcílio Dias e Dom Pedro II. A rua Gomes Carneiro, após o cruzamento com a rua Garibaldi, será interdidata para veículos devido ao acumulado de água.
A SMTT informou, também, que o trânsito carregado registrado todos os dias em horário de pico foi agravado pela chuva. Um leitor que entrou em contato com o Diário Popular informou ter levado 40 minutos no trajeto entre a Praça Coronel Pedro Osório e a avenida Dom Joaquim, saindo por volta das 18h40min.
Bombeiros
No Corpo de Bombeiros de Pelotas o número de chamados também foi grande ao longo do dia. Foram registrados alagamentos na Praça 20 de Setembro (em frente ao IF-Sul), onde um carro precisou ser retirado, e também na Vila Peres e no final da avenida Duque de Caxias. Até às 20h, ninguém havia pedido remoção de residências, apesar de a água já ter atingido algumas casas.

Já na vila Gotuzzo e no bairro Fátima, o problema foram as árvores caídas. Equipes dos Bombeiros precisaram retirar as plantas que bloquearam o trânsito por algumas horas.

Energia elétrica
A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) registrou queda de energia elétrica, também em função da chuva. O supervisor de operações Leandro Moutinho não soube informar o número exato de clientes afetados, mas afirmou que a cidade de Arroio Grande e a Cascata, na zona rural de Pelotas, foram as regiões mais atingidas.
Moutinho informou, ainda, que, devido à greve, os pedidos de reparos estão levando mais tempo que o normal para serem atendidos.


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9/4/2014 às 12h50

Temporal atinge a Argentina e 3 mil precisam deixar suas casas

Autoridades municipais decretaram alerta laranja em várias localidades

Do R7, com agências internacionais
A intensa tempestade deixou na capital argentina pouco mais de 50 milímetros em menos de seis horas REUTERS/Marcos Brindicci
Pelo menos uma pessoa morreu e quase três mil tiveram que ser evacuadas de suas casas em consequência de fortes temporais que castigam a Argentina.
A vítima fatal é uma moradora de 70 anos de Neuquén (oeste), que solicitou ajuda médica, mas a ambulância não conseguiu chegar a tempo devido à inundação, informou à imprensa local Luciana Ortiz Luna, do Serviço Integral de Emergências de Neuquén.
A província de Neuquén, onde fica a cidade homônima, é a região mais afetada pelas intensas chuvas desde o sábado passado.

Mais de 1.400 pessoas tiveram que abandonar seus lares depois que o nível de água alcançou um metro de altura em algumas áreas urbanas e as fortes chuvas abriram grandes buracos nas ruas sem asfalto dos bairros mais humildes.
A vice-governadora provincial, Ana Pechen, decretou pelo segundo dia consecutivo feriado escolar e administrativo para os funcionários públicos, enquanto segue suspenso o transporte público e várias estradas permanecem fechadas.
No aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, por volta das duas da manhã, uma aeronave da companhia LAN foi atingida por um raio durante a forte tempestade, segundo a assessoria de imprensa da empresa aérea. No momento do acidente, o avião não tinha passageiros ou tripulação, apenas um funcionário de limpeza. O homem não foi ferido.
A intensa tempestade desta madrugada na capital argentina deixou pouco mais de 50 milímetros em menos de seis horas.
Na província de Río Negro, onde há outros 500 evacuados, e na sulina Chubut, as aulas também foram suspensas e os colégios funcionam como centros de assistência, de acordo com funcionários municipais.
Também tiveram que ser realojadas 400 pessoas na província de Catamarca (norte), 200 em Córdoba (centro) e cerca de 100 em Santiago del Estero (norte) e Buenos Aires.
A cidade de Luján, na província de Buenos Aires e cerca de 60 quilômetros ao oeste da capital argentina, ficou parcialmente coberta pela água após o grande aumento do nível do rio Luján, que superou os quatro metros de altura.
As autoridades municipais decretaram alerta laranja e estimaram que o rio alcançará os 4,20 metros de altura nas próximas horas.
O Serviço Meteorológico Nacional renovou hoje o alerta por prováveis chuvas intensas na Patagônia, enquanto no resto do país começaram a melhorar as condições meteorológicas.
Há pouco mais de um ano 89 pessoas morreram na cidade argentina de La Plata, cerca de 60 quilômetros ao sul de Buenos Aires, pelas inundações provocadas por outro forte temporal.

CICLONE EXTRATROPICAL LUCRÉCIA NA ARGENTINA

 Imagem das 17h30min de 08.04.2014 mostra o enorme ciclone extratropical sobre a Argentina onde causou muita chuva.
Abaixo a carta sinótica da marinha do Brasil onde se vê que o ciclone extratropical tem pressão atmosférica de 996hPa.
 Aqui temos os ventos no momento da imagem de satélite, onde se vê em vermelho os fortes ventos causados pelo ciclone extratropical em média 60km/h ou 17m/s.

Abaixo as chuvas ocorridas ontem e vemos em verde as fortes chuvas na Argentina causadas pelo Ciclone extratropical onde passaram dos 60mm.

clarin.com

Tras la lluvia quedó un cráter enorme en medio de la calle

Fue esta madrugada, cuando los vecinos escucharon una explosión. Por allí corre un arroyo entubado.





Por las lluvias cedio el pavimento en Pedro Palacios al 600, Ramos Mejia, donde esta entubado el arroyo Maldonado. Fotos Alfredo Martinez


08/04/14 - 09:36
Fue durante la tormenta de esta madrugada. Y los vecinos de Ramos Mejía todavía no salen de su asombro y su indignación. Es que se abrió un enorme cráter a lo largo de una calle, bajo la que corre un arroyo entubado.

Fue esta madrugada en la avenida Pedro Palacios al 600 cuando en medio de la tormenta cedió el pavimento en un tramo de al menos 30 metros, y se produjo un pozo de enorme tamaño, con entre 4 y 5 metros de ancho. Bajo esa calle corre un brazo entubado del arroyo Maldonado, que luego llega a Capital bajo la avenida Juan B. Justo.

Edith, una vecina contó esta mañana que "escuchamos una fuerte explosión y al salir vimos que se había caído el asfalto. Mi marido y mi yerno salieron a la calle para evitar que los autos se cayeran adentro, porque no se veía nada y era muy peligroso".

Según dijeron los vecinos, la calle se inunda frecuentemente porque desborda el arroyo entubado. Y señalaron que el asfalto venía con problemas y rajaduras desde hace tiempo: "Le hicieron varias reparaciones pero era solo asfalto que le ponían arriba para tapar las grietas, hasta que se vino abajo", explicó la mujer en declaraciones al canal de noticias TN.
La situación no se resolverá pronto para los vecinos que tendrán problemas para salir y entrar con sus autos. Es que desde Defensa Civil esta mañana les dijeron que las obras para los arreglos podrían comenzar dentro de algunos días.


Diario UNO

 08.04.2014

Alarma en Neuquén por la inminente llegada de la tormenta "Lucrecia"

El fenómeno, el peor de los últimos 40 años, provocará la caída de lluvia de unos 100 milímetros en pocas horas. Suspendieron las clases y se formó un Comité de Emergencia.

Las autoridades provinciales de Neuquén, reunidas en un Comité de Emergencia, decidieron este domingo paralizar todas las actividades públicas y privadas ante la llegada este lunes de la tormenta "Lucrecia", considerada la peor de los últimos 40 años. En las últimas horas, se definió la suspensión de las clases en todos los niveles en gran parte de la provincia, además de decretarse el asueto en la administración pública provincial y en al menos cinco de los municipios que serían afectados por la tormenta.
La lluvia se inició el miércoles en el Alto Valle de Río Negro y Neuquén, pero las autoridades destacaron que la tormenta principal se registrará en las próximas horas y que será tan  evastadora como la registrada en esta región en 1975 y que causó la muerte de unas 20 personas en la capital provincial.
"Lucrecia", bautizada así desde las redes sociales, llegará a la región en la madrugada de este lunes con precipitaciones de unos 100 milímetros, que equivalen a la media anual en toda la provincia.
Este domingo por la tarde, el Comité de Emergencia informó que hay al menos 15 familias evacuadas en Neuquén y se le pidió a toda la población permanecer en sus hogares al menos hasta el  martes.
El ministro de Seguridad de la provincia y miembro del Comité, Gabriel Gastaminza, señaló: "Seguimos pidiéndole a la población que, salvo que sea indispensable, no salga a las rutas". "Estamos preocupados los muchos milímetros que puedan llegar a caer en las próximas horas", admitió el funcionario.
"Según la información que nos brindan meteorólogos lloverán entre 10 y 20 milímetros de agua por hora y serían de 10 a 12 horas ininterrumpidas de precipitaciones", explicó Gastaminza. Por su parte, el secretario de Coordinación del municipio neuquino, Marcelo Bermúdez, sostuvo que "todos los barrios de Neuquén van a sufrir estas inclemencias climáticas" y solicitó que aquellas personas ubicadas en casas inundables "tomen la decisión de autoevacuarse".
Además, Bermúdez admitió que la "preocupación son los canales, que hasta este momento están drenando correctamente". En tanto, vecinos del norte y el oeste de la ciudad se quejan por el mal funcionamiento de las líneas de emergencia, que se encuentran saturadas y señalaron que debieron asistirse por su cuenta. Diferentes organizaciones sociales, sindicatos y partidos políticos se pusieron a disposición para acopiar alimentos no perecederos y todo tipo de material que pueda servir para ayudar a los damnificados.
Fuente: NA

CICLONE TROPICAL ITA NA AUSTRÁLIA






Ciclone Tropical Ita
Ventos de 128 km/h e deslocamento no sentido oeste a 5 km/h.



Newsau.news.yahoo.com


Qld's north prepares for severe cyclone

AAP
AAP North Queensland is bracing for Cyclone Ita, which is predicted to reach the coast on Friday.
Evacuations have begun and Queensland's premier is returning from overseas as the strongest cyclone since Yasi in 2011 moves in on the state's far north.
Cyclone Ita is due to intensify into a category four storm early on Thursday morning and cross north of Cooktown on Friday night.
Gusts up to 280km/h, storm surges and heavy rain are expected which cause flooding in low-lying coastal areas.
The Bureau of Meteorology (BOM) says Ita, which was 710km off the mainland on Wednesday afternoon, poses a "significant threat" to far northern coastal communities.
A cyclone watch alert is in place from Cape Grenville to Cairns.
Gales will extend hundreds of kilometres from the eye of the storm, affecting areas from Coen to Cairns over Thursday and Friday.
The storm comes three years after category five Yasi ripped through Queensland, causing $3.5 billion worth of damage and lost tourism earnings.
Yasi unleashed its wrath about 1000km south of where Ita is forecast to cross.
"The winds won't be as strong as Yasi, but it will be the worst we've had since," BOM forecaster Andrew Cameron told AAP.
All staff and guests have been evacuated off Lizard Island on the Great Barrier Reef as a precaution.
The last time the resort was evacuated was during Yasi, although the island wasn't affected.
Premier Campbell Newman has also cut short his Asian trade mission with Prime Minister Tony Abbott and will fly home on Thursday to oversee preparations for Ita.
Those in the small Cape York communities likely to be affected spent Wednesday stocking up on supplies and clearing yards.
Peter Scott, mayor of Cookshire Council, which covers 80 per cent of Cape York, says Ita could be one of the worst storms to hit the area in decades.
"Residents need to be ready and have somewhere safe to shelter," he told AAP.
Lockhart River Mayor Wayne Butcher says residents are concerned as there is no cyclone shelter in the isolated community.
"If a category four cyclone hits it will definitely throw spanners in the works for us," he told AAP.
Local district disaster management groups held meetings across the state's far north on Wednesday and extra police and emergency crews have been sent to at-risk areas.
There are no plans for evacuations just yet but residents are being urged to be prepared.
Queensland Fire and Emergency Services says those in affected areas should secure their homes and ensure they have food, water and first aid supplies.
When the storm approaches residents should stay indoors.
Hospital emergency plans have been activated in Cooktown, Coen, Laura, Hopevale, Lockhart River and Wujal Wujal.
Before forming into cyclone Ita, the tropical depression led to 21 deaths in the Solomon Islands last week.

terça-feira, 8 de abril de 2014

VOTAÇÃO DA NASA NA INTERNET


07/04/2014 18h30 - Atualizado em 07/04/2014 18h31

Foto de satélite das Ilhas Canárias vence votação da Nasa na internet

É a segunda vez que imagem de 2013 vence na preferência de internautas.
foto foi feita com o equipamento Modis do satélite Terra.

Do G1, em São Paulo

Foto de satélite que mostra o conjunto das Ilhas Canárias com um interessante efeito da luz sobre a água do Oceano, além de rastros de vento estendendo-se sobre a superfície do mar na direção sudoeste, venceu um concurso feito pela Nasa no Facebook (Foto: Jeff Schmaltz/Mike Carlowicz/Lance/Eosdis Modis Rapid Response Team/ GSFC/Nasa)Foto de satélite que mostra o conjunto das Ilhas Canárias  (Foto: Jeff Schmaltz/Mike Carlowicz/Lance/Eosdis Modis Rapid Response Team/ GSFC/Nasa)
Uma foto de satélite que mostra o conjunto das Ilhas Canárias com um interessante efeito da luz sobre a água do Oceano, além de rastros de vento estendendo-se sobre a superfície do mar na direção sudoeste, venceu um concurso feito pela Nasa na página de Facebook do Observatório da Terra, conforme anunciou a organziação nesta segunda (7). É a segunda vez que a imagem, feita com o equipamento Modis do satélite Terra, vence a competição de votos dos internautas. As Canárias pertencem à Espanha e estão em meio ao Oceano Atlântico, a oeste da costa norte-africana.

FORTE CICLONE EXTRATROPICAL NA ARGENTINA

 Imagem das 09h30min de 08.04.2014 mostra a formação de um ciclone extratropical sobre a Argentina associado a uma frente fria que causa temporais na região sul do Brasil e Uruguai.
Na carta sinótica abaixo do Climatempo vemos que o ciclone extratropical tem pressão atmosférica de 994 hPa bastante baixo em terra firme. Normalmente eles se formam no oceano.
  
Abaixo temos a imagem em vapor dágua das 11h de 08.04.2014.
Aqui temos os ventos no momento das imagens e vemos em amarelo os ventos fortes sobre a região onde se encontra o ciclone extratropical.

 tiempopatagonico.com

Temporal: Un fenómeno llamado ciclogénesis

El temporal que dio lugar a lluvias extraordinarias en el norte de la Patagonia se debió a una ciclogénesis. ¿Pero qué es una ciclogénesis? ¿Por qué resultaron tan intensos los fenómenos? Un material técnico para conocer cuál es la esencia de este evento atmosférico.

imagenes
zoom
Temporal: Un fenómeno llamado ciclogénesis
Imagen satelital GOES13 del lunes 7 de abril a las 15:30 horas. Imagen satelital GOES13 del lunes 7 de abril a las 15:30 horas
Nota del editor: Esta nota es pura y exclusivamente técnica que busca responder consultas de lectores relacionadas con la tormenta ocurrida en el norte de la Patagonia. 


Por Enzo Campetella

Uno de los temporales más graves ocurridos en el norte patagónico en los últimos 40 años fue el resultado de un proceso atmosférico que los meteorólogos denominamos ciclogénesis.
Pero, ¿qué es una ciclogénesis? En meteorología llamamos con ese nombre a los procesos que dan lugar al desarrollo de centros de baja presión. Los meteorólogos también llamamos a los sistemas de baja presión con el nombre de ciclón (no confundirlo con los ciclones tropicales que son fenómenos totalmente diferentes). De ahí el nombre. Ciclogénesis: generación de un ciclón.
Para que este fenómeno pueda desarrollarse tienen que coincidir una serie de condiciones. Por un lado la presencia de un sistema frontal semi estacionario sobre la zona. Esta condición estaba presente en el norte patagónico ya que un frente frío terminó estacionándose sobre la región, lo que dio lugar a circulación del sector este con lluvias y lloviznas con mejoramientos solo temporarios desde el inicio del mes de abril.
Ese sistema frontal tiene que hacer converger permanentemente a aire más cálido desde el norte y frío desde el sur. Se transforma en una zona de convergencia de dos masas de aire, pero sin desplazamiento.
Un núcleo de aire frío en altura comienza a aproximarse a esa zona. En este caso desde el océano Pacífico. Esta condición de altura hace que el aire más húmedo cercano al suelo sea obligado a ascender. Y a medida que asciende todo el sistema comienza a rotar alrededor de un centro en el sentido de las agujas del reloj.
Ese centro sobre el que comienza a rotar, empieza a perder presión ya que el aire es obligado a ascender. Y se va desarrollando el sistema de baja presión. La intensidad de este sistema está muy asociado con los vientos en niveles superiores de la atmósfera que le dan mayor energía.
Todas esas condiciones se juntaron a manera de tormenta perfecta, para dar lugar a este sistema que alcanzó un ancho superior a los 500 kilómetros.
Este tipo de procesos atmosféricos es más probable que ocurra en la zona del litoral, terminando en muchos casos en otro gran evento atmosférico que conocemos con el nombre de sudestada, cuando el viento intenso del sudeste impide el normal desagüe del río de la Plata y la inundación de las costas argentinas.
También son comunes las ciclogénesis en altas latitudes especialmente en el Pasaje de Drake.
En todo este evento meteorológico la rotación terrestre también tiene un papel importante porque está directamente relacionado con la rotación del sistema.
Pero hay que tener en cuenta que esta no es la única ciclogénesis que hemos tenido en el norte patagónico. Lo que si es importante destacar es que para alcanzar la intensidad de este evento se tienen que sumar una serie de condiciones que solo se dan en situaciones extraordinarias.
El siguiente enlace nos permite observar el desarrollo del sistema y la formación del sistema de baja presión.
La última imagen nos permite observar la secuencia gráfica de formación de un sistema de baja presión o ciclogénesis:

imagen



Fuentes: Análisis propio de Enzo Campetella / GOES13 / Silvia Larocca



JORNAL ZERO HORA 08/04/2014 | 06h06Atualizada em 08/04/2014 | 11h13

Ciclone extratropical pode provocar temporais com rajadas de vento de até 100 km/h no RS

Municípios que fazem fronteira com a Argentina e com o Uruguai devem ser os mais atingidos


Ciclone extratropical pode provocar temporais com rajadas de vento de até 100 km/h no RS Diogo Zanatta/Especial
Em Porto Alegre, dia amanheceu com 22°C Foto: Diogo Zanatta / Especial
A terça-feira tem registro de chuva na Fronteira Oeste e Campanha, nesta manhã. Depois de uma segunda-feira abafada, a possibilidade de que temporais acompanhados de fortes ventos atinjam o Estado não está descartada. Em cidades como Chuí, no Sul, e Dom Pedrito, na Campanha, foram registradas rajadas de vento na casa dos 60 km/h.

Um ciclone extratropical formado no Uruguai e no norte da Argentina se desloca em direção ao Rio Grande do Sul, provocando chuva em cidades da Fronteira Oeste, como Uruguaiana, Alegrete e São Gabriel. Segundo o meteorologista Wesley Ferreira, da Somar, há previsão de chuva forte, ventos de até 100 km/h e granizo para a região.

Com o avanço deste sistema, as temperaturas devem diminuir em relação à segunda-feira. Em Quaraí e São Borja, a máxima deve ser de 28ºC. Conforme o meteorologista Celso Oliveira, simulações apontam maior risco de temporal com queda de granizo no Vale dos Sinos, na Região Metropolitana, na Serra e Campanha. Ainda assim, o dia deve ser abafado. A máxima chega aos 34°C em Cruz Alta, 33°C em Frederico Westphalen e 32°C em Porto Alegre.


Sistema se desloca da Fronteira Oeste em direção ao leste gaúcho
Imagens: CPTEC-Inpe

O Instituo Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou alerta  para condições meteorológicas favoráveis "à ocorrência de chuva moderada a forte, com descargas
elétricas e rajadas de vento ocasionais em áreas isoladas do nordeste do Rio Grande do Sul". O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec-INPE) também alerta para chuva intensa na Fronteira Oeste e região Sul do RS.

A passagem desse sistema pelo Rio Grande do Sul deve ser rápida. Na quarta-feira, a chuva será menos intensa e concentrada na metade norte. Já na quinta-feira, outro ciclone vindo dos países vizinhos provoca novo alerta de temporais com ventos que podem superar os 100 km/h. A chuva deve se intensificar em todo o Estado com maiores acumulados nas regiões Central, Metropolitana e Noroeste.

Ciclone provoca transtornos na Argentina
Entre a tarde de segunda e esta madrugada, diversas cidades argentinas foram atingidas pelo ciclone. Na província de Buenos Aires, foram registrados diversos pontos de alagamento. De acordo com o jornal La Nación, em uma hora choveu 34 milímetros na região.
Várias avenidas do norte da capital foram bloqueadas em função do acúmulo de água. A forte chuva deixou, também, o Aeroparque ficou fechado por 45 minutos.
ZERO HORA

segunda-feira, 7 de abril de 2014

MUITA NEVE NA EUROPA EM PLENA PRIMAVERA


Imagem do dia 07.04.2014 mostra uma grande frente fria sobre a Europa.


VOZ DA RÚSSIA
5 Abril, 17:08

O tempo continua a surpreender

O tempo continua a surpreender

Que surpresas nos prepara o tempo para esta primavera? Os meteorologistas explicaram à Voz da Rússia sobre as anomalias e as previsões.

O tempo não para de surpreender, na parte europeia da Rússia ainda estão eliminando as consequências das nevascas sem precedente no mês de abril, no Extremo Oriente Russo começaram os combates aos fogos florestais e na Sibéria aguardam a quebra do gelo nos grandes rios.
Os meses de fevereiro e março anormalmente quentes na parte europeia da Rússia foram substituídos pelas nevascas de abril. A queda de neve em abril mais forte dos últimos 130 anos, que ocorreu em Moscou no primeiro dia do mês, transformou uma cidade que já vivia a primavera num reino do gelo. Os usuários da Internet reconheceram imediatamente esse fenômeno como a maior brincadeira do primeiro de abril.
Na Sibéria a surpresa é o tempo invulgarmente quente. O ar aqueceu até aos +22 graus Celsius. Essa temperatura anormal no mês de abril permitiu a ocorrência de fogos florestais. Dezenas de hectares já estão em chamas no sul da Sibéria e do Extremo Oriente Russo, contou à Voz da Rússia Yuri Varakin, chefe do centro de situações dos serviços hidrometeorológicos russos Rosgidromet.
“Relativamente aos fogos florestais, sua época já começou com um mês de antecedência, se compararmos com os dois anos anteriores. Isso é especialmente válido para o Extremo Oriente Russo e para a região de Primorie. As previsões para os próximos dias de abril dizem-nos que teremos elevados riscos de incêndios na região do lago Baikal. Neste momento o tempo anormalmente quente se estabilizou e a neve derrete com rapidez.”
A primavera precoce provocou a antecipação da quebra do gelo nos rios russos. De acordo com as análises meteorológicas, essa situação é bastante benéfica: este inverno teve pouca neve e não deverá haver inundações. No território europeu da Rússia, a maioria dos rios já atingiu os leitos de cheia. Todos os indicadores apontam para a inexistência de riscos de inundações de zonas habitadas, refere a especialista principal do centro meteorológico Fobos Elena Volosyuk.
“Em geral, não deverá haver inundações fortes nesta primavera. Já é completamente evidente que na parte europeia da Rússia as cheias dos rios serão inferiores às dos anos anteriores e que no ano passado, em que os grandes volumes de precipitação de neve se registraram até ao fim do mês de abril e uma série de regiões da parte europeia da Rússia liderou no ano passado pela quantidade de neve acumulada. Este ano a situação é completamente diferente. Já na Sibéria as cheias, penso, terão o caráter habitual para essa região. A quebra do gelo nos rios já está começando. Em alguns rios tiveram início trabalhos de rebentamento para facilitar o movimento do gelo. Assim, não deverá haver quaisquer excessos relativamente às cheias.”
Os especialistas seguem atentamente a situação das cheias no Extremo Oriente Russo, o qual no verão anterior sofreu as maiores inundações dos últimos 100 anos. A quebra do gelo no rio Amur já começou, quase uma semana antes do prazo habitual. Os níveis das águas deverão ser as normais para a época. No entanto, os peritos apelam às autoridades locais para que estas estejam preparadas para quaisquer possíveis cenários de emergência, porque o tempo já demonstrou por diversas vezes até que ponto pode ser imprevisível.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_05/O-tempo-continua-a-surpreender-8334/

TORMENTAS EM BUENOS AIRES

 Imagens das 09h30min de 07.04.2014 mostra forte instabilidade sobre parte da Argentina e Uruguai causando muita chuva e trovoadas.
Abaixo, mapa com as chuvas ocorridas ontem onde se vê em verde a grande quantidade de chuva que já caiu na região de Buenos Aires.
Diario PopularARGENTINA
07 | 04 | 2014

Lanzan alerta por tormentas fuertes en Capital y Gran Buenos Aires



El Servicio Meteorológico Nacional alertó sobre el fenómeno que podría transformarse en una intensa caída de agua e incluir granizo y actividad eléctrica
Lanzan alerta por tormentas fuertes en Capital y Gran Buenos Aires
El Servicio Meteorológico Nacional (SMN) pronostica para hoy, dentro del área comprendida por la Capital Federal y el Gran Buenos Aires cielo nublado, probabilidad de lluvias y chaparrones por la mañana, con vientos moderados a regulares del noreste, y una temperatura máxima de 25 grados.
El SMN, además, lanzó un alerta meteorológico para la Capital Federal y el área metropolitana ya que se esperan tormentas fuertes, especialmente hacia la tarde o noche de hoy, con mejoramientos temporarios.
Algunas de estas tormentas podrían adquirir intensidad fuerte o severa y estar acompañadas por abundante caída de agua en cortos períodos de tiempo, fuerte actividad eléctrica, caída de granizo y ráfagas.
Para mañana se espera cielo nublado. Probabilidad de lluvias y tormentas. Mejorando durante la madrugada con nubosidad variable. Vientos moderados a regulares del norte, cambiando al sector oeste con ráfagas y temperaturas que oscilarán entre los 17 y los 23 grados.
El miércoles cielo parcial a algo nublado. Vientos regulares o fuertes del oeste, con ráfagas; las temperaturas irán de los 14 a los 22 grados.
El jueves, en tanto, cielo algo a parcialmente nublado, con vientos moderados a leves del sudoeste, con una temperatura mínima estimada en 12 grados y una máxima en 21.

Los Andes
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Más de 600 evacuados por fuertes lluvias en gran parte del país

Catamarca y Santiago del Estero fueron las más castigadas por las tormentas. Desbordes en Córdoba y en Entre Ríos.

Edición Impresa: lunes, 07 de abril de 2014

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Más de 600 evacuados por fuertes lluvias en gran parte del país La ciudad de Buenos Aires amaneció lluviosa, como en gran parte del país. El temporal se mantiene desde el viernes. (DyN)

Agencias DyN y Télam

Más de 600 personas fueron evacuadas en distintas provincias -Catamarca y Santiago del Estero (500), Entre Ríos (25) y Córdoba (80)-por las lluvias. Los vecinos se quedaron sin servicios o sus casas se anegaron por lo que están inhabitables.

Unas 500 personas fueron evacuadas en Catamarca y Santiago del Estero por el temporal de lluvia y vientos huracanados que azotó desde el sábado hasta la madrugada de ayer en un área limítrofe entre ambas provincias, causando inundaciones, desbordes de ríos y aludes.

La mayor cantidad de evacuados reside en la localidad catamarqueña de Bañado de Ovanta, a donde viajó la gobernadora Lucía Corpacci con parte de su equipo para dirigir el operativo de asistencia y poner en funcionamiento el Comité de Emergencia, que ya opera en el lugar, donde no se habían reportado heridos.

En esa localidad del departamento Santa Rosa -130 kilómetros al este de la capital catamarqueña- en casi dos horas cayeron 200 milímetros de lluvia, acompañada de vientos huracanados que superaron los 80 kilómetros por hora.

El efecto combinado de la acumulación de agua, la crecida de quince arroyos y el desborde el río Bañado de Ovanta dejó a la población casi totalmente bajo el agua, dijo el intendente municipal Elpidio Guaraz.

"Los evacuados son alrededor de 400, pero no tenemos el número exacto todavía porque hay lugares a los cuales no pudimos acceder y la gente permanece en los techos de sus casas", estimó el ministro de Desarrollo Social, Daniel Barros.

Guaraz dijo que la situación es dramática porque en algunas casas cedieron las estructuras, se cayeron árboles y postes del tendido eléctrico que afectaron ese servicio y, consecuentemente, el de agua potable.

El intendente relató a FM Valle Viejo que "antes de la tormenta también llegó a la población un viento huracanado que causó destrozos en todo el pueblo, con caída de árboles, de paredes y de techos de viviendas precarias" por la intensa lluvia.

Otras localidades del departamento Santa Rosa también se vieron afectadas, como Pozo del Campo y algunos parajes que quedaron aislados.

"Hay sectores a los cuales no se puede acceder ni siquiera con tractores, pero a través de celulares los vecinos se comunican y permiten tener un panorama bastante completo de la situación", explicó el ministro Daniel Barros.

En Santiago del Estero unas 100 personas fueron evacuadas en Villa La Punta, Lavalle y poblados intermedios ubicados sobre la ruta nacional 157, tras un alud de barro y piedra que azotó ayer a la madrugada los departamentos de Choya -lindante con Catamarca-, donde llovieron 223 milímetros en pocas horas, detalló el operador de turno de Defensa Civil, Víctor Rodríguez.

"Son poblaciones serranas chicas, donde hubo corrimiento de tierra, aludes de barro y anegamientos de ranchitos de personas que no viven allí pero los usan para criar sus animales", contó. Rodríguez explicó que el servicio de energía eléctrica está cortado en toda la zona.

En Córdoba unas 80 personas debieron ser evacuadas debido la intensa lluvia en la zona de Las Varillas, 171 kilómetros al sureste de la capital cordobesa, donde cayeron 240 milímetros en pocas horas. El ministro de la Gestión Pública, Manuel Calvo, dijo a la prensa que junto a autoridades locales constituyeron un comité de crisis.

"En las últimas 10 horas tuvimos una precipitación promedio de 240 milímetros en Las Varillas, en la región sur del departamento San Justo y en el departamento Río Segundo", detalló. Calvo dijo que los evacuados "lentamente están volviendo a sus hogares" y que "parte de la ciudad está sin energía eléctrica", por lo que el gobierno provincial dispuso "el envío de colchones y demás elementos para asistir a los damnificados".

En Entre Ríos las fuertes lluvias y ráfagas de viento que azotaron la zona de Paraná Campaña. El temporal dejó más de 25 personas evacuadas y provocó el corte de rutas en el área, informó la policía.

En las localidades de María Luisa y Sauce Montrull más de 25 personas fueron evacuadas, mientras que las rutas nacional 12 y provincial 11 se anegron, detalló el jefe de la Departamental de Policía de Paraná, Mario Muller. 

Neuquén y Río Negro sin clases

En Buenos Aires continuaba el temporal y el Servicio Meteorológico Nacional (SMN) emitió  un informe por lluvias persistentes en el sudoeste de la provincia de Buenos Aires, La Pampa, norte de la Patagonia y sur de Cuyo, por un fenómeno similar al ocurrido el mes anterior, de altas presiones en el sur y bajas en el norte.

"Este patrón de circulación inhibe el avance de frentes fríos desde el sur del país, manteniendo un flujo en capas bajas del sector norte que favorece el ingreso de aire húmedo desde regiones subtropicales hacia la franja central de nuestro territorio", informó el "blog de Clima" de la agencia Noticias Exactas, de la Facultad de Ciencias Exactas y Naturales de la UBA.

El blog del Clima publicó que "este hecho, sumado al ascenso de aire promovido por el ciclón de altura, favorece la formación de lluvias y tormentas al este de la ubicación de la baja".  El fenómeno "se da como resultado de una configuración de bloqueo en el Pacífico Sur, que consiste en la persistencia por varios días de una zona de altas presiones alrededor de 55 grados Sur y de un sistema de bajas presiones al norte.

El gobierno de Neuquén dispuso para hoy la paralización de clases y del transporte público, asueto administrtivo municipal, provincial y judicial y el cierre de hipermercados y grandes comercios debido a un temporal de lluvia que podría anegar vastos sectores de la zona. Por el mismo motivo, fueron suspendidas las clases en Río Negro.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL






Cientista afirma que mudança climática afeta várias partes do Brasil


Por  | Para: CBN Foz


Declaração é de co-autor do 5º Relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Norte, nordeste e sudeste brasileiro sofrem com secas. Ouça a matéria da Rádio ONU em português. Felipe Siston, do Rio de Janeiro para a Rádio ONU em português.
Cientista afirma que mudança climática afeta várias partes do Brasil
À direita, o chefe do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, José Marengo. Foto: UNIC Rio/Diogo Cysne
Um cientista alertou nesta terça-feira (1) que a mudança climática afeta várias regiões do Brasil. No nordeste e no sudeste o problema principal é a seca.
A afirmação foi feita pelo chefe do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, José Marengo.
Em evento no Rio de Janeiro, Marengo apresentou um resumo de 30 páginas que foi produzido para orientar gestores em relação ao problema ambiental. Ele é co-autor do 5º Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).

“O que este relatório está tentando demonstrar agora é basicamente todas as bases científicas para que sejam consideradas na próxima conferência das partes que vai ocorrer agora em Lima e no próximo ano lá em Paris. Esta é a ideia, que toda a ciência que está sendo produzida seja utilizada pelos políticos. Se os políticos não usam essa ciência, então realmente a gente está perdendo tempo.”
Participaram também do lançamento especialistas envolvidos na produção do relatório do IPCC.

Impactos no Brasil
Marengo falou dos impactos sobre o território brasileiro. Para ele, a dimensão continental do Brasil faz com que o país seja afetado de diferentes formas.
“Socialmente o nordeste é muito vulnerável, ecologicamente a Amazônia é uma área muito vulnerável. Na parte hídrica o sudeste e o nordeste são vulneráveis à escassez de água, com riscos à irrigação e à geração de energia.
Sobre as áreas costeiras do nordeste e sul do Brasil, o cientista chamou a atenção para a ocorrência de fenômenos como o branqueamento de corais, provocado por alterações de temperaturas nos mares.
Cientista afirma que mudança climática afeta várias partes do Brasil
Com apoio do UNIC Rio, lançamento aconteceu na Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Rio. Foto: UNIC Rio/Diogo Cysne
Ele também mencionou que os políticos devem estar preparados, especialmente nas cidades de Santos e do Rio de Janeiro, para os custos que a elevação do nível do mar pode causar às estruturas portuárias.
“Não existe uma fórmula mágica de adaptação. Se a Argentina desenvolve toda uma estratégia de agricultura para eles, isso não pode ser aplicado na Índia ou no Brasil. Cada lugar tem que desenvolver sua própria estratégia de adaptação territorial. Pode-se falar da adaptação da agricultura, da adaptação social, da saúde. Isso envolve fatores que não são climáticos, como a vacinação, como o crédito agropecuário.”

Amazônia
No caso da Amazônia, o cientista explicou que houve uma mudança de modelo utilizado pelo Painel.
Os cientistas descobriram que o bioma da região é mais resistente do que se esperava. Os impactos previstos no 4° Relatório do IPCC foram reavaliados.
Ele disse que “os resultados novos mostram que de fato a floresta pode ser comprometida, mas não chegaria tão longe a mudar de vegetação. Não passaria a ser savana, poderia ser talvez uma floresta mais secundária”.

Fonte: ONU

sábado, 5 de abril de 2014

CICLONES TROPICAIS PEIPAH, ITA, IVANOE







Tempestade Tropical Peipah
Ventos de 56 km/h e deslocamento no sentido oeste a 11 km/h EM DIREÇÃO ÀS FILIPINAS.





Ciclone Tropical Ita
Ventos de 72 km/h e deslocamento no sentido oeste-sudoeste a 3 km/h










Ciclone Tropical Ivanoe
Ventos de 64 km/h e deslocamento no sentido sudeste a 11 km/h no oceano ÍNDICO.