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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O TEMPO NO MUNDO HOJE

Tempestades | 06/02/2013 08:58

Chuvas torrenciais deixam 34 mortos no Paquistão

Outras 57 pessoas ficaram feridas

Farooq Naeem/AFP
Pessoas se protegem da chuva em Islamabad, 3 de fevereiro, 2013
Pessoas se protegem da chuva em Islamabad: três soldados foram dados como desaparecidos depois de um deslizamento 

Islamabad - As chuvas torrenciais dos últimos dias deixaram 34 mortos no Paquistão, sobretudo em regiões fronteiriças com o Afeganistão, afirmaram as autoridades nesta quarta-feira.
Na província de Khiber Pajtunkhwa (noroeste), 25 pessoas perderam a vida e outras 57 ficaram feridas pela chuva que se abateu sobre a região entre domingo e terça-feira, informaram os serviços de resgate provinciais. Além disso, três soldados foram dados como desaparecidos depois de um deslizamento em uma região montanhosa, informaram as autoridades.
As chuvas torrenciais dos últimos dias deixaram oito mortos na província central do Punyab e outro na parte da Caxemira administrada pelo Paquistão, segundo fontes locais dos serviços de emergência, o que eleva a ao menos 34 o número de mortos.



05/02/2013 09h19 - Atualizado em 05/02/2013 09h23

Resistência ao frio tem origem genética



04.02.2013, 14:33, hora de MoscoU
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frio, genetica

RIA Novosti



Cientistas britânicos descobriram nos representantes de povos autóctones da Sibéria um gene especial de resistência ao frio, responsável pela sobrevivência em condições climatéricas severas. Entretanto, na opinião de cientistas russos, todas as pessoas dispõem de tal gene.

Especialistas em Genética da Universidade de Cambridge colheram amostras de ADN a duas centenas de representantes de 10 etnias autóctones da Sibéria. Em resultado de análises complexas, eles conseguiram determinar os genes responsáveis pela resistência ao frio. Mas, por mais estranho que pareça, eles respondem pelo metabolismo e não pela temperatura do corpo.
Todas as pessoas possuem tais genes, afirma o vice-diretor do Instituto de Genética Médica da filial siberiana da Academia de Ciências Médicas da Rússia, Vadim Stepanov:
“Cada pessoa tem o mesmo conjunto de genes, que é representado, contudo, em diferentes variantes em cada povo. Os povos nórdicos têm variantes de genes fixadas em resultado da seleção natural, que participam no metabolismo dos lipídios. Quando um homem consome alimentos gordos, a energia se acumula em forma de gorduras. Tal é vantajoso para a vida em condições de clima muito frio”.
Os habitantes de países quentes não precisam de tanta energia e têm, por isso, um outro esquema de metabolismo. Por outras palavras, um africano na Sibéria terá não apenas frio, mas também fome. As poucas reservas de energia acumuladas no seu organismo serão gastas depressa. E para completá-las, será necessário comer muita carne e alimentos gordos. Por outro lado, os habitantes do norte tampouco se sentirão confortavelmente nas regiões tropicais.
A atividade do chamado gene de resistência ao frio foi desenvolvida no decorrer de milhares de anos, a começar no momento em que as primeiras pessoas chegaram à Sibéria e ao Extremo Norte. Os seus organismos acostumavam-se ao meio ambiente durante milhares de anos. Em resultado, a sua adaptação genética ao frio é muito mais profunda em comparação com os europeus que dominaram o Norte Europeu.
Semelhantes análises serão muito úteis no futuro, sobretudo na seleção de pessoas para trabalhar em condições de frio ou de calor extremo, considera Vadim Stepanov:
“Esta descoberta tem utilidade prática. Imaginemos que será necessário explorar o Ártico ou Antártico. Tal significa que para aquelas regiões devem ser enviadas pessoas que anteriormente viviam em outros locais. Deverão construir algo, abrir caminhos, participar na navegação. Se a estrutura genética dessas pessoas for adaptada antecipadamente a estas condições, elas poderão trabalhar mais eficazmente e ter menos problemas de saúde”.
A descoberta dos pesquisadores britânicos é também útil para a ciência global. Comparando conjuntos genéticos de pessoas que vivem em diferentes condições, será possível estudar o mecanismo de seleção natural.

 

BBC 06/02/2013 11h39 - Atualizado em 06/02/2013 12h30

Festival anual da neve atrai 2 milhões ao norte do Japão

Evento em Sapporo, no norte do país, tem 216 esculturas de gelo e neve em exibição e apresentações de projeções no gelo.

Da BBC




A cidade de Sapporo, no norte do Japão, abriu nesta semana o seu 64º festival anual da neve. Assista ao vídeo (se necessário, desabilite o bloqueador de pop-ups).
Um total de 216 esculturas de gelo e neve estão em exibição nos três locais da cidade ocupados pelo festival.
O festival, que dura uma semana, espera receber até 2 milhões de visitantes.
Entre as esculturas exibidas no festival estão reproduções de locais turísticos da própria cidade de Sapporo, de Tóquio e de outros países asiáticos.
À noite, há apresentações com projeções no gelo e música.
Neste ano o período do festival coincide com o ano novo chinês, e os organizadores esperam uma leva de visitantes chineses até a próxima segunda-feira.
Festival anual da neve atrai 2 milhões ao norte do Japão (Foto: BBC)Festival anual da neve atrai 2 milhões ao norte do Japão (Foto: BBC)

 da Revista Galileu

Entenda como o corpo humano reage ao frio

A temperatura do ambiente é a mesma para todos. A do corpo também. Então por que sentimos frio de formas diferentes? Decifre os alertas do nosso organismo

por Redação Galileu
Editora Globo
Hipótese é que mulheres sintam mais frio para isolar possíveis fetos do rigor das temperaturas muito baixas //Crédito: ShutterStock
Se todo mundo tem a mesma temperatura corporal, o que faz uma pessoa ser mais friorenta que a outra? E homens sentirem menos frio que as mulheres? E por que a gente treme quando sente frio? Como é de costume na natureza, nada é por acaso – todos esses efeitos têm uma razão de ser, uma justificativa biológica conhecida pelos cientistas.
Todo mundo já passou frio. Essa sensação é causada por sensores espalhados pelo nosso corpo – algumas pessoas têm mais que outras e a localização deles também varia. Quanto mais sensor, mais severa a percepção de frio, mais friorenta a pessoa. Se eles estiverem concentrados na orelha, é nesse ponto que a pessoa sofrerá mais, obviamente. Esses sensores servem só para o frio, ignorando completamente o calor.

Com pequenas variações, a sua temperatura corporal, a de um esquimó do Alasca e a de um beduíno na Jordânia será a mesma: 36,5ºC. Se passar de 42ºC ou baixar pra menos de 30ºC, você provavelmente está morrendo. A sensação de frio, portanto, é um alerta para que você fique em algum lugar nessa faixa.

A gente fica arrepiado por causa do músculo que cada pelo tem na superfície da pele. Com o frio, esse músculo se contrai e o pelo fica eriçado. Com todos os pelos arrepiados, forma-se uma camada de ar que preserva o calor bem junto à nossa pele.

Os músculos parecem ter um papel essencial nessa equação toda. O princípio básico é: quanto mais músculo, menos frio. Exatamente por isso que elas sofrem mais que eles nesse aspecto – em média, o corpo dos homens têm 45% de músculos, contra 25% das mulheres. Além disso, ser friorenta é um jeito de fazer com que elas fiquem mais precavidas em relação ao frio, protegendo um eventual feto das baixas temperaturas. Em relação ao queixo batendo e a tremedeira involuntária que sentimos durante uma rajada de vento gelado, isso é só um jeito do corpo se movimentar e, portanto, se aquecer.



 

No frio de -23° C, jardim de infância russo dá banho gelado em crianças

Fotos mostram meninos fazendo sauna antes do banho em Krarsnoyarsk.
Escola funciona há 15 anos com foco em manter a saúde em dia.

Do G1, em São Paulo

Um jardim de infância russo chama atenção por conta das técnicas extremas usadas para manter a saúde das crianças em dia. Localizado na cidade siberiana de Krasnoyarsk, o jardim de infância número 317 funciona há 15 anos com foco na prática de esportes e sauna seguida de banhos gelados no frio que vai abaixo dos -20° C.
A técnica de fitness Margarita Filimonova instrui as crianças na sauna antes da saída para o banho gelado no jardim de infância russo (Foto: Ilya Naymushin/Reuters) 
A técnica de fitness Margarita Filimonova instrui as crianças na sauna antes da saída para o banho gelado no jardim de infância russo (Foto: Ilya Naymushin/Reuters)
Crianças se banham com água gelada ao lado de uma supervisora no frio de -23° C em um jardim de infância de Krasnoyarsk, na Rússia. A instituição funciona há 15 anos com técnicas extremas para manter os pequenos com a saúde em dia. (Foto: Ilya Naymushin/Reuters)Crianças se banham com água gelada ao lado da supervisora no frio de -23° C em Krasnoyarsk, na Rússia. O banho só é aplicado em crianças que já estão na instituição e passam por treinamento há pelo menos 3 anos (Foto: Ilya Naymushin/Reuters)
Após o banho, meninos e meninas correm de volta para dentro do prédio do jardim de infância em Krasnoyarsk (Foto: Ilya Naymushin/Reuters)Após o banho, meninos e meninas correm de volta para dentro do prédio do jardim de infância em Krasnoyarsk (Foto: Ilya Naymushin/Reuters)


Inverno em Moscou tem a maior quantidade de neve em 100 anos

Moscou vive o inverno com maior quantidade de neve nos últimos 100 anos, afirmou nesta terça-feira Pyotr Biryukov, o vice-prefeito da capital russa para serviços comunitários.
"Não há registros de um inverno como este nos últimos cem anos. Neste ano, a quantidade de neve já supera em mais de 50% o habitual", afirmou Biryukov, citado pelas agências locais.
O funcionário cifrou em 216 centímetros a queda de neve desde o início do inverno no hemisfério norte, quando a média nos meses mais frios ronda os 152 centímetros.
Apenas desde o começo de fevereiro, a capital russa foi coberta por um manto de neve de 36 centímetros.
A neve é uma grande notícia para as crianças, que desejam andar de trenó, patinar e esquiar, mas uma dor de cabeça para os serviços de limpeza, que têm que redobrar seus esforços para fazer com que as vias públicas e as calçadas não apresentem riscos à população.
Outros problemas causados pelo excesso de neve são os engarrafamentos, já tradicionalmente quilométricos, mas que nestes dias apresentam dimensões incríveis.
Muitos moscovistas se veem inclusive obrigados a deixar seus carros estacionados e se locomover de metrô, que sofre saturações apesar dos mais de 300 quilômetros de linhas.
Em algumas ocasiões, os próprios passageiros do transporte público se veem obrigados a descer e empurrar, já que os microônibus atolam na neve. 


Neve provoca 3.160 acidentes em Moscou num único dia

Deslocamentos a pé foram mais rápidos que de carro

O número de colisões de veículos com pouca gravidade ocorridos em Moscou na segunda-feira, 4, foi bastante significativo. De acordo com um porta-voz da polícia local, foram registradas 3.160 ocorrências de trânsito num período de apenas 24 horas. Em um dia normal, a média fica entre 1.500 e 2.500 casos.
Os registros sem precedentes de infrações cometidas pelos condutores moscovitas podem ser explicados pelas péssimas condições das ruas da cidade nos últimos dias. Muitas estradas de Moscou chegaram a uma virtual paralisação devido à forte neve que tem caído sobre a capital. A escala que mede a intensidade dos congestionamentos chegou ao índice máximo dos 10 pontos, indicando que deslocamentos a pé seriam mais rápidos do que de veículo.
Com as estradas cobertas de neve, trânsito em Moscou foi engarrafado e com muitos pequenos acidentes
 

Ciclone e neve restringe tráfego aéreo e terrestre no Extremo Oriente

Condições climática também provocaram a suspensão das aulas

Um ciclone, originário do Mar de Okhotsk, provocou ventos de até 110 km/h e uma grande precipitação de neve na Península de Kamtchatka, no Extremo Oriente da Rússia. Com a nevasca que atinge a região, todo o tráfego aéreo sobre o lugar está sofrendo restrições, assim como o movimento de veículos nas rodovias pela total falta de visibilidade.
As aulas foram suspensas e só serão retomadas quando as condições do tempo se normalizarem. O Ministério para Situações de Emergência e Defesa Civil mantem equipes de plantão na região devido ao risco de avalanches nas montanhas de Kamtchatka.

Em poucas horas Moscou teve um décimo da taxa anual de neve


 
 05.02.2013, 09:59, hora de Moscou




neve, Moscou

RIA Novosti

Um décimo da taxa anual de neve caiu em Moscou na segunda-feira.

A altura da neve caída é calculada em Moscou como um parâmetro meteorológico desde 1996. O inverno com menos neve foi registrado em 2007-2008, quando houve apenas 112 cm de neve. Até à data, o inverno com mais neve foi o de 2011-2012, quando na capital cairam 207 centímetros de neve.
Entretanto, este inverno está perto deste número e, aparentemente, irá estabelecer um novo recorde. Desde o início da temporada corrente em Moscou já caíram 205 centímetros de neve, e meteorologistas dizem que as nevascas vão continuar ao longo de fevereiro e março.

 

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